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Mulheres lideram demanda por crédito e reforçam papel estratégico na gestão financeira das famílias
Por Administrador
Publicado em 25/09/2026 16:03
Notícias do Brasil

As mulheres representam 64,1% da base de clientes da Crefaz, segundo levantamento da instituição financeira de crédito sobre o perfil dos consumidores. Os dados refletem um movimento cada vez mais presente no mercado financeiro: o protagonismo feminino na gestão da economia doméstica e na tomada de decisões relacionadas ao orçamento familiar. A renda média das clientes da Crefaz também supera a renda média masculina, chegando a R$ 2.300, enquanto entre os homens o valor é de R$ 1.932.

“Hoje, vemos muitas mulheres assumindo a liderança das decisões financeiras dentro de casa, organizando despesas, buscando equilíbrio no orçamento e recorrendo ao crédito de forma consciente para manter a estabilidade da família ou investir em atividades que complementam a renda”, afirma o economista da Crefaz, Amerson Magalhães.

O levantamento, realizado na base de 690 mil consumidores de produtos Crefaz em 2025, aponta ainda que trabalhadores assalariados são a maioria dos clientes. Esse público representa 50,3% da carteira da empresa, o que contribui diretamente para a previsibilidade e sustentabilidade financeira da operação. Já a média de idade dos clientes é de 46 anos entre as mulheres e 47 anos entre os homens, indicando um público mais maduro e com estabilidade financeira para o microcrédito. 

Os dados mostram também que o ticket médio dos contratos vendidos em 2025 foi de R$ 1.563 entre as mulheres e de R$ 1.639 entre os homens. O cenário evidencia como o microcrédito passou a ocupar um papel importante no planejamento financeiro das famílias brasileiras, especialmente em momentos de necessidade emergencial ou para manutenção de pequenos negócios.

“Nosso foco é oferecer soluções acessíveis e adequadas à capacidade financeira de cada cliente. A velocidade na análise e na liberação do crédito faz diferença principalmente para quem precisa resolver uma emergência ou manter sua atividade funcionando”, destaca Magalhães. 

(Assessoria)

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